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Leia mulheres: dicas de escritoras brasileiras para ler e reler
Toda Rede
05 de Março de 2021

 

Ao longo dos séculos, a literatura brasileira nos encanta com obras de escritoras potentes que se tornaram referência no Brasil e no mundo. Clarice Lispector, Lygia Fagundes Teles  e Cecília Meireles  são nomes que sempre lembramos quando pensamos em mulheres escritoras do Brasil. 


No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o Sebo Capricho te convida a explorar a literatura brasileira feita por mulheres. Leia e releia as autoras clássicas e descubra nomes não tão conhecidos, mas que fizeram e continuam fazendo história. E nem precisa sair de casa para conhecer novos livros. É possível comprar por aqui mesmo, no site no Sebo Capricho ou pelo whatsapp: (43) 991271035.


Para facilitar a escolha, preparamos uma lista de dicas de autoras que escreveram grandes obras ao longo do tempo!


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Créditos: Pixabay

 

Úrsula - Maria Firmina dos Reis


O que dizer de Maria Firmina dos Reis, uma maranhense nascida em 1822 e autora de Úrsula, o primeiro romance escrito por uma mulher no Brasil? Ela era filha de escrava, abolicionista e foi admitida como professora aos 22 anos de idade. Úrsula, como muitos outros romances da época, conta uma história de amor entre dois jovens, a protagonista Úrsula e o bacharel Tancredo. Por trás do romance, porém, há uma clara preocupação da autora com o tratamento dado aos personagens negros, às mulheres e à escravidão. Úrsula é um livro difícil de encontrar, mas está disponível no Sebo Capricho!


Quarto de Despejo - Carolina Maria de Jesus


Reconhecida recentemente como doutora honoris causa pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Carolina Maria de Jesus foi uma ex-catadora de papel cuja trajetória inclui a vida na favela do Canindé, em São Paulo. Nascida em 1914, traduziu em suas obras o enfrentamento do racismo estrutural. Seu primeiro livro, “Quarto de despejo: diário de uma favelada”, foi escrito quando ainda sustentava a família como catadora e escrevia no pouco tempo que sobrava. O livro repercutiu logo na estreia e foi traduzido para mais de quinze idiomas em 40 países. Os diários escritos entre 1955 e 1960, que compõem a obra, são um retrato do racismo estrutural no Brasil. Quarto de Despejo, inclusive, é um dos livros de leitura obrigatória para o vestibular da UEL. 


Anarquistas, Graças a Deus - Zélia Gattai


Zélia Gattai era casada com Jorge Amado, mas conquistou espaço único na literatura brasileira com sua escrita leve, porém profunda. “Anarquistas Graças a Deus é o primeiro livro de Zélia e conta a história da infância e da família. O pai dela era filho de uma família anarquista e veio para o Brasil com os pais, para fundar a Colônia Cecília (que ficava em Palmeira, no Paraná). Já a família da mãe veio da |Itália para substituir a mão de obra escrava. Foi com o encontro dos dois que se iniciou a história baseada nas memórias da menina Zélia, resultando em um livro leve e divertido. 


A Obscena Senhora D - Hilda Hilst

Hilda Hilst é considerada pela crítica como uma das maiores escritoras em língua portuguesa do século XX. Seu trabalho aborda temas como misticismo, insanidade, erotismo e libertação sexual feminina. Em “A Obscena Senhora D”, ela conta a história de uma mulher que, após a morte do amante, se recolhe ao vão da escada para falar "dessa coisa que não existe, mas é crua e viva, o Tempo." Nas entrelinhas, encontramos temas como desamparo, condição humana, apodrecimento da carne e a alma conturbada, em uma busca pelas razões da nossa existência. 


Tanto Mar - Tatiana Salem Levy


Reconhecida como uma das grandes autoras contemporâneas da atualidade, Tatiana Salem Levy nasceu durante a ditadura militar, quando sua família estava exilada em Portugal, mas passou a morar no Brasil ainda bebê. Mestre e doutora em literatura, dedica-se a escrever, tendo vários livros publicados. Em “Tanto Mar”, ela conta a história de Thaís, que morava em uma ilha distante, não assistia à televisão, não gostava de celular e nem de internet e passava os dias catando coisas que o mar trazia, como conchas, estrelas-do-mar, cavalos-marinhos e também latas de refrigerante e sapatos furados. É um livro lúdico que narra as alegrias, tristezas, esperanças e inocência da infância e a linda relação de uma menina com a natureza.


Quiçá - Luisa Geisler


Luisa Geisler nasceu em 1991 e, aos 19 anos de idade, em 2010, ganhou o Prêmio Sesc de Literatura na categoria “contos”, por causa do seu livro de estreia, “Contos de Mentira”. Em Quiçá, ela revela a  história do jovem Arthur, parente do interior rejeitado pela família, e sua relação com a solitária prima Clarissa, de 11 anos, boa aluna e boa filha, que passa a ser traduzida pelo olhar do primo. 


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