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Cinco livros sobre distopias que não podem faltar na sua estante
Toda Rede
16 de Julho de 2021

 Diante da pandemia de Covid-19, de problemas como o aquecimento global, as guerras e outras mazelas que assolam a humanidade, não é incomum ouvirmos dizer que “estamos vivendo em uma distopia”. Mas, você sabe o que é uma distopia?  Ao contrário das utopias, que nos apresentam futuros pacíficos e seguros, as distopias nos oferecem uma visão pessimista, onde a opressão reina sobre todos, onde o sentimento mais comum e geral é o desespero, onde a escassez de comida e água são um evento do cotidiano. Esse contexto está presente em muitos livros clássicos da literatura universal, que você encontra no site do Sebo Capricho!

Nas histórias narradas nas distopias, o medo de um futuro desconhecido -  que torcemos para nunca se tornar real  - se materializa em temas que envolvem governos tirânicos, avanços técnico-científicos perigosos e até mesmo a extinção da humanidade.

As distopias podem ser reais?

Muito embora os livros sobre distopias se passem em um futuro longínquo, se engana quem pensa que os assuntos abordados não são atuais. Com eventos catastróficos cada vez mais comuns no nosso cotidiano, as distopias deixam histórias fantasiosas encontradas apenas em livros e passam a se aproximar da realidade.


Essa é justamente a faceta mais assustadora das distopias. Elas não nos mostram futuros impossíveis, como os contos de fada, mas sim futuros pós-apocalípticos que podem resultar das nossas ações no presente. Afinal, existe assunto mais atual que a ascensão de ditaduras que não valorizam a vida humana, problemas na manipulação genética e desenvolvimento de inteligências artificiais super inteligentes?

Quer refletir mais sobre o assunto? Listamos cinco livros sobre distopias para te inspirar!

Senhor das Moscas (1954) - William Golding

Neste livro de William Golding acompanhamos um grupo de meninos que, durante a Segunda Guerra Mundial, estavam em um avião que caiu em uma ilha deserta. Eles então decidem se organizar para esperar o resgate. Contudo, aos poucos estes meninos vão perdendo sua civilidade e cada vez mais entram em um estado de barbárie conforme vão lutando pelo poder dentro da ilha.


Laranja Mecânica (1962) - Anthony Burgess 

O livro de Anthony Burgess ficou muito famoso quando foi adaptado para o cinema por Stanley Kubrick. Na história, Alex e seu grupo se divertem praticando atos desumanos de extrema violência pelas ruas da cidade, assim como muitos jovens que viviam no mesmo período. O romance de Burgess nos faz refletir sobre como muitas vezes a agressividade é incentivada por governos autoritários, sempre com uma violência latente no ar. 


O Conto da Aia (1985) - Margaret Atwood

A obra da escritora canadense se passa em Gilead (que já foi os EUA), em um futuro não tão distante. Quem lidera Gilead é um governo extremamente autoritário, que proíbe revistas, jornais, livros, filmes, universidades, etc. Os criminosos neste país são fuzilados e seus corpos ficam à mostra para que sirvam de exemplo. Entretanto, não é muito difícil ser considerado um criminoso, basta, por exemplo, dizer uma palavra proibida, como “liberdade”. As maiores vítimas deste sistema são as mulheres, elas são divididas em categorias e passam por diversos tipos de violência diferentes. A categoria de aia, por exemplo, condena as mulheres à procriação forçada.


Fahrenheit 451 (1953) - Ray Bradbury

Em um futuro onde a função dos bombeiros não é mais apagar fogo, mas sim ateá-lo em livros, Guy Montag, bombeiro exemplar, tem contato com Clarisse, uma garota com imaginação muito grande e comportamentos muito suspeitos. Quando Clarisse repentinamente desaparece, Montag passa a desconfiar das “verdades” que sempre lhe foram ditas.


Admirável Mundo Novo (1932) - Aldous Huxley

No clássico de Aldous Huxley, as pessoas são produzidas em laboratório e sua função durante a vida é definida por um sistema de castas biológico. É um futuro que glorifica a produção em série, o fordismo, onde as palavras “pai” e “mãe” causam grande repulsa.


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Créditos: Foto de Peter Scherbatykh no Unsplash
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