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23 de abril: comemore o Dia Mundial do Livro com as dicas do Sebo Capricho
Toda Rede
23 de Abril de 2021

 

O Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor é celebrado no dia 23 de abril porque, nesta data, coincidentemente, morreram os escritores Inca Garcilaso de la Vega, Miguel de Cervantes e William Shakespeare. O Blog do Sebo Capricho ama uma efeméride (palavrinha antiga para definir datas comemorativas) e, por isso, não deixaria passar em branco a comemoração. Afinal, essa data foi estabelecida pela Unesco para exaltar a importância dos livros e dos escritores 


Nossa celebração do Dia Mundial do Livro é uma festa com muitos convidados! Isso porque provocamos leitores apaixonados a indicarem livros que marcaram suas vidas. A lista ficou imperdível! E, como você já sabe, é possível comprá-los aqui mesmo no blog ou pelo Whatsapp


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Créditos: Foto de Josh Felise no Unsplash

 Foto de Josh Felise no Unsplash

Evangelho Segundo Jesus Cristo - José Saramago

A dica do jornalista Guto Rocha é “O evangelho segundo Jesus  Cristo”, de Saramago. “Neste livro, o autor mexe com dogmas que incomodam ao colocar Jesus em um papel impensável, que subverte as crenças das pessoas. No período em que Jesus Cristo fica desaparecido, o diálogo dele com o demônio é um dos trechos mais primorosos da literatura universal.”


Leia mais sobre Saramago aqui.


Orgulho e Preconceito - Jane Austen


A dica da jornalista Sofia Mikrute é “Orgulho e Precenceito”, de Jane Austen. “Amo a trama, os diálogos, a ironia e o jogo de palavras.”

Esse clássico da literatura universal conta a história da heroína Elizabeth Bennet e sua relação com um pretendente aristocrático, o sr Darcy. Diferenças sociais, equívocos e julgamentos antecipados fazem parte da trama que é considerada a obra-prima de Austen. 


Jane Austen inspira livros sobre zumbis e monstros marinhos


Tetralogia Napolitana -  Elena Ferrante

A dica da advogada Mariane Oliveira é a Tetralogia Napolitana da italiana Elena Ferrante, composta pelos livros A Amiga genial, História do novo sobrenome, História de quem foge e de quem fica e História da menina perdida

“É uma série com leveza e visceralidade que nos arrebata”, resume.

Nápoles é o palco da série, que narra a vida das amigas Lina e Lenu desde a infância até a maturidade. São livros imperdíveis para quem aprecia literatura densa e ao mesmo tempo divertida que gera identificação com as conquistas e dramas das protagonistas. 


Conheça outras obras de Elena Ferrante 


Olhos D'Água - Conceição Evaristo

A dica do estudante Raul Rafael é a coletânea de contos “Olhos D’Água”, da brasileira Conceição Evaristo. “Escrita cativante e contos muitos emocionantes e reais”, define Raul. 

O livro conta histórias da população afro-brasileira sem usar filtros para narrar a pobreza e a violência urbana que a acometem. Mesmo assim, a linguagem poética da autora nos convida a mergulhar no universo das personagens com todos os seus dilemas.


Cem Anos de Solidão - Gabriel Garcia Marquez

A jornalista Telma Elorza indiciou “Cem anos de solidão”, de Gabriel Garcia Marquez. “É o livro da minha vida. Já reli várias vezes, fiz toda a genealogia dos Buendía e adoraria conhecer a fictícia Macondo. Personagens fortes, todos eles, que me fizeram fã de Gabriel Garcia Márquez. Aliás, preciso comprar um novo exemplar, porque o meu está caindo aos pedaços.”


O dono do morro - Misha Glenny

A dica do jornalista Guilherme Borges é o livro “O dono do morro”, de Misha Glenny, um jornalista inglês que conta a história de Nem, da Rocinha, sem romantizar nem demonizar o tráfico. “Muito bem escrito, é um trabalho jornalístico impecável que descreve um Rio de Janeiro que não é comumente visto. Mostra a formação do território do Rio de Janeiro a partir da chegada do tráfico à cidade.”


Um defeito de cor - Ana Maria Gonçalves


A escolha da publicitária Monia Daniella é “Um defeito de cor”, de Ana Maria Gonçalves. “Além de ter uma narrativa maravilhosa e retratar a revolta dos Malês e o tráfico de escravos para a Bahia, minha terra, ampliou meu senso crítico acerca do meu racismo e fortaleceu o meu feminismo.” 


A bolsa amarela - Lygia Bojunga Nunes


O farmacêutico Hodnei Machado escolheu “A bolsa amarela”, de Lygia Bojunga Nunes. “Um livro que ganhei de presente na infância e que se tornou inesquecível”, conta. E como esquecer essa história incrível, que narra as aventuras da contestadora menina Raquel, que fantasia sobre um universo paralelo construído dentro de uma Bolsa Amarela?


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